Vacina Tríplice viral (Triviral)
Saiba tudo sobre a Vacina que possui 3 proteções importantíssimas.
Vacina Tríplice viral (Triviral)
Saiba tudo sobre a Vacina que possui 3 proteções importantíssimas.

O que é a Vacina da Tríplice viral?
A vacina tríplice viral, também conhecida como “triviral” é uma vacina subcutânea que atua na prevenção do sarampo, caxumba e rubéola.

O que é a Vacina da Tríplice viral?
A vacina tríplice viral, também conhecida como “triviral” é uma vacina subcutânea que atua na prevenção do sarampo, caxumba e rubéola.
Tríplice viral (SCR) - GSK, Priorix
O que previne?
A vacina tríplice viral (SCR) é um imunizante que protege contra 3 doenças causadas por vírus, sendo elas:
- Sarampo;
- Caxumba;
- Rubéola.
Tríplice viral (SCR) - GSK, Priorix
O que previne?
A vacina tríplice viral (SCR) é um imunizante que protege contra 3 doenças causadas por vírus, sendo elas:
- Sarampo;
- Caxumba;
- Rubéola.
Quem pode tomar?
A vacina tríplice viral é recomendada para crianças, adolescentes e adultos.
Mas é especialmente indicada como rotina para crianças a partir dos 12 meses de idade.
- O esquema de doses recomendado pela sociedades de pediatria (SBP) e imunizações (SBIm), consiste em 2 doses aos 12 e aos 15 meses.
Em situações de risco aumentado – como em casos de surtos, a primeira dose pode ser antecipada a partir dos 6 meses de idade. Essa dose, porém, não conta para o esquema de rotina: continuam a ser necessárias duas doses a partir dos 12 meses, com intervalo mínimo de 1 mês.
Crianças, adolescentes e adultos que ainda não foram vacinados, devem receber duas doses da vacina, respeitando um intervalo de 1 a 2 meses entre elas. Idosos podem ser vacinados a depender da situação epidemiológica. Importante sempre ter orientação médica nesses casos.
Quem pode tomar?
A vacina tríplice viral é recomendada para crianças, adolescentes e adultos.
Mas é especialmente indicada como rotina para crianças a partir dos 12 meses de idade.
- O esquema de doses recomendado pela sociedades de pediatria (SBP) e imunizações (SBIm), consiste em 2 doses aos 12 e aos 15 meses.
Em situações de risco aumentado – como em casos de surtos, a primeira dose pode ser antecipada a partir dos 6 meses de idade. Essa dose, porém, não conta para o esquema de rotina: continuam a ser necessárias duas doses a partir dos 12 meses, com intervalo mínimo de 1 mês.
Crianças, adolescentes e adultos que ainda não foram vacinados, devem receber duas doses da vacina, respeitando um intervalo de 1 a 2 meses entre elas. Idosos podem ser vacinados a depender da situação epidemiológica. Importante sempre ter orientação médica nesses casos.
Como ela é aplicada?
A aplicação da vacina tríplice viral é feita de forma subcutânea.
Geralmente, a aplicação ocorre na região do braço, mais especificamente no músculo deltoide, ou na parte externa da coxa em crianças pequenas. Essa via de administração é segura e reduz o risco de reações adversas locais, como dor intensa ou inflamação no local da aplicação.
Onde é encontrada?
Você consegue encontrar a vacina tríplice viral na Saúde Livre Itapevi e outras clínicas de vacinação particular.
Essa vacina também está disponível no Sistema Público de saúde.
Como ela é aplicada?
A aplicação da vacina tríplice viral é feita de forma subcutânea.
Geralmente, a aplicação ocorre na região do braço, mais especificamente no músculo deltoide, ou na parte externa da coxa em crianças pequenas. Essa via de administração é segura e reduz o risco de reações adversas locais, como dor intensa ou inflamação no local da aplicação.
Onde é encontrada?
Você consegue encontrar a vacina tríplice viral na Saúde Livre Itapevi e outras clínicas de vacinação particular.
Essa vacina também está disponível no Sistema Público de saúde.
Possíveis reações da
Vacina Tríplice viral
- Vermelhidão no local da injeção, febre maior ou igual a 37,5°C.
- Infecção do trato respiratório superior, rash cutâneo (erupção na pele), dor e edema no local da injeção, febre acima de 39,5°C, erupções cutâneas similares àquelas provocadas pelo sarampo.
- Otite média;
- Falta de apetite;
- Nervosismo;
- Choro anormal (em crianças);
- Insônia;
- Conjuntivite;
- Bronquite;
- Tosse;
- Diarreia;
- Vômito.
- Dor de garganta;
- Mal-estar;
- Náusea;
- Reações alérgicas;
- Convulsões febris.
Em geral, a frequência das reações adversas da primeira dose da vacina é similar à da segunda dose. A exceção é dor no local da injeção, comum após a primeira dose e muito comum após a segunda.
Cuidados antes, durante e após a aplicação da vacina Tríplice Viral
Gravidez
É melhor evitar gravidez por 30 dias após a vacinação. Mas, se a vacinação acontecer desprevenidamente durante a gestação, ou a mulher engravidar em seguida à vacinação, não há motivo para preocupação, visto que não há registros na literatura médica de problemas consequentes desse tipo de situação.
Medicamentos
Pessoas que fizeram uso de medicamentos imunossupressores, como corticoides em dose superior a 20 mg/kg/dia (adultos) e 2 mg/kg/dia (crianças), por tempo superior a 14 dias, devem tomar a vacina tríplice viral pelo menos um mês depois da suspensão do uso.
Quimioterapia
Pessoas em tratamento contra o câncer, especialmente aquelas que estão passando por quimioterapia, devem aguardar um período de três meses após o fim do tratamento para receber a vacina.
Ocorrências
Ao apresentar ocorrências graves ou inesperadas depois da aplicação, o serviço que realizou a vacinação deve ser informado.
Cuidados antes, durante e após a aplicação da vacina Tríplice Viral
Gravidez
É melhor evitar gravidez por 30 dias após a vacinação. Mas, se a vacinação acontecer desprevenidamente durante a gestação, ou a mulher engravidar em seguida à vacinação, não há motivo para preocupação, visto que não há registros na literatura médica de problemas consequentes desse tipo de situação.
Medicamentos
Pessoas que fizeram uso de medicamentos imunossupressores, como corticoides em dose superior a 20 mg/kg/dia (adultos) e 2 mg/kg/dia (crianças), por tempo superior a 14 dias, devem tomar a vacina tríplice viral pelo menos um mês depois da suspensão do uso.
Quimioterapia
Pessoas em tratamento contra o câncer, especialmente aquelas que estão passando por quimioterapia, devem aguardar um período de três meses após o fim do tratamento para receber a vacina.
Ocorrências
Ao apresentar ocorrências graves ou inesperadas depois da aplicação, o serviço que realizou a vacinação deve ser informado.
Cuidados que utilizamos para aliviar na picadinha!

PikLuc
Suas pontinhas, em contato com a pele do bebê, disfarçam a sensação da picada.

Buzzy
Une vibração + bolsa de gelo e é colocada na região da picada por alguns segundos, antes e após a aplicação.

Gelinho
Um mimo para oferecer alívio na região durante a aplicação da vacina