Todos os anos, diversas fake news voltam a circular sobre a vacina contra a gripe. Essas mensagens falsas, amplamente compartilhadas pelas redes sociais, contribuem para a queda nas taxas de vacinação e colocam em risco a saúde de milhares de pessoas.
A desinformação afasta muitos da proteção contra uma doença que pode ser grave — especialmente em crianças, idosos e pessoas com comorbidades. Por isso, é fundamental esclarecer o que é verdade e o que é mito.
Confira alguns dos boatos mais comuns — e os fatos que os desmentem:
“A vacina contra covid foi misturada com a de gripe”
Falso. A vacina da gripe é feita com fragmentos inativados de vírus influenza e não tem qualquer relação com o coronavírus. Não existe mistura entre os imunizantes, seja na rede pública ou particular.
“A vacina causa gripe mais forte”
Falso. A vacina reduz significativamente o risco de adoecer e protege contra formas graves da doença. Quando sintomas aparecem após a aplicação, geralmente são causados por outros vírus respiratórios que circulam no mesmo período.
“A vacina pode causar trombose”
Falso. Não há qualquer evidência científica que relacione o imunizante com trombose. Ao contrário, estudos mostram que ela pode até reduzir o risco de eventos como infarto, AVC e a formação de coágulos.
“Quem tem boa saúde não precisa se vacinar”
Falso. Ter uma vida saudável é ótimo, mas não substitui a proteção da vacina. Alho, própolis, limão, gengibre e outros produtos naturais não previnem a gripe.
“Não é necessário tomar todo ano”
Falso. A proteção da vacina começa a diminuir após 6 meses, e o vírus da gripe sofre constantes mutações. Por isso, a vacinação anual é essencial para garantir imunidade contra as cepas mais recentes.
Vacinas salvam vidas.
Combater a desinformação é parte essencial dessa proteção. Procure sempre fontes confiáveis e ajude a compartilhar informação de qualidade. Em caso de dúvidas, converse com um profissional de saúde.
